4.5.06

as mulheres que lêm são perigosas
les femmes qui lisent sont dangereuses


São perigosass as mulheres que lêm?
resumo do artigo de Marie Desplechin
Este livro, agora editado em França, ricamente ilustrado, põe o problema da questão polémica sobre a mulher que lê, e, a mulher sempre leu, isso é uma verdade confirmada por todas as representações, pintura ou fotografia que os homens, maioritariamente, praticaram.
Escrito pelo historiador de arte alemão Stefan Bollmann e editado pelas edições Flamarion, com prefácio da jornalista, escritora, filósofa Laure Adler que, entre autros livros, escreveu a biografia de Marguerite Duras.Um livro magnífico, mas incompleto.

Les femmes qui lisent sont-elles dangereuses?
par Marie Desplechin
C'est la question polémique posée par un livre richement illustré, best-seller à l'étranger
et qui arrive en France. Marie Desplechin l'a lu pour nous
Sous ses apparences de beau livre, Les femmes qui lisent sont dangereuses n'a rien du catalogue bien emballé, du pavé jamais ouvert qui orne les tables basses. Il agit comme une affirmation, comme une preuve, et comme une restauration. Il suffit de le feuilleter pour entrer dans son propos: depuis que la peinture existe en Occident (et que la photographie la complète), les femmes sont représentées un livre à la main, de Marie (la Vierge) à Marilyn (l'Etoile). Les femmes lisent, les femmes ont toujours lu: voilà une vérité qui ne souffre pas d'interprétation. C'est vrai, parce que c'est représenté, et par des hommes, dans l'immense majorité des cas./
texto completo
depois do baile, de Ramon Casas Y Carbo (1895)

7 comments:

maloud said...

Mas o que é que a maioria lê?

hefastion said...

Isso não interessa.

maloud said...

Acho que interessa. Muitas portuguesas só lêm a "marca registada" e a Caras.

e-konoklasta said...

As mulheres sempre leram, mas antes eram uma minoria. Depois passaram, com a democratização do ensino e cultura, a ler coisitas de cordel e continuam, veja-se o sucesso das Margaridas R.Pinto ou das Ritas Ferro. Mas o livro trata da minoria culta e é um pretexto para produzir este livro magnífico que nos mostra o fascínio dos artistas por esta mesma minoria.
Hoje, sem ter em conta o critério da qualidade da leitura, estastisticamente, são as mulheres que mais livros lêm e que mais tempo consagram à leitura... isso é uma realidade.

hefastion said...

Maloud:
Entendo o quis transmitir, mas o poste não pretendia distinguir as opções de quem lê. Obviamente que os gostos também se podem discutir, mas não era esse o intuito do poste...
Essa foi a sua opção, Maloud.
Se me perguntar se a mulheres devem ler "futilidades" certamente que lhe direi não.


Este After Midnight cria-me uma boa onda.....Estou prá ki a abanar a carola e muito mais. Encantatório.....

e-konoklasta said...

hefastion,
já passei esta versão do After Midnight, e, na altura, fiz um post com a letra e uma pequena apresentação do JJCale, está aí um pouco mais abaixo, mesmo se não tem nada de transcendente.

hefastion said...

e-konoclasta,

encontrei a letra no poste de 12 de abril.
Ainda que nada de transcedente, ouvi em vinil esta faixa "n" vezes in illlo tempore....da "Utopia"...
E não deixa de ser uma boa parelha esta, a do Cale e Clapton....

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