4.5.07

não há fumo sem fogo

Ando com muita pena dos fumadores. Embora nunca tivesse deixado de fumar, nunca fumei o suficiente para incomodar a minha saúde ou a saúde daqueles com quem convivi, em contra partida fui, muitas vezes, incomodada pelo excesso de fumo de todos os que, incapazes de pensar no bem estar dos outros mesmo dos próprios filhos pequenos, me obrigaram a deixar reuniões ou encontros com amigos pois suportava mal ambientes viciados e lá vinham as irritações de garganta e de olhos e as dores de cabeça.

Continuo a fumar um cigarrinho de vez em quando, mas fujo dos fumadores compulsivos como o diabo da cruz. Pretendem eles que estão a sofrer uma perseguição... ó pá mais vale rir do que chorar!

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