19.2.07

a arte decadente da Alemanha dos anos 20

Margot, Rudolf Schlichter - óleo 1927
d'Anneaucourt, Christian Schad - óleo 1927

O Salão, Otto Dix - óleo1927

Os Jogadores, Otto Dix - óleo 1924

tríptico Metropolis, Otto Dix - desenho 1925

Aqui vai uma visita afectiva/virtual e por procuração, pelo museu Metropolitan de Nova Iorque, onde estiveram expostos os quadros reais que estas imagens retraçam. São obras de pintores alemães, dos anos 20, duma época designada como decadente, durante a República de Weimar e são o reflexo de vidas dissolutas de artistas, intelectuais e personagens mundanas pelas noites dos cabarés de Berlim.

Ver post do Braganzza Mother sobre estes quadros: AQUI!

6 comments:

Paola said...

Sou decadente...
Mas hoje sabemos e fazemos tudo para resistir ! Viva a decadencia !

e-konoklasta said...

Decadentes eram os senhores que se seguiram e foram eles que puseram a etiqueta. Tudo é uma questão de ponto de vista!

Em todo o caso, é uma época num país que não conhecemos muito bem mas, que é fascinante!

Claro que não estive no Metropolitan ontem, dia em que acabou a exposição mas, depois duma longa conversa telefónica com o meu filho que está em NY - foi ele que foi ver a exposição - e, como é hábito, falámos de cultura e de arte e das exposições que ele vai vendo, então, fui ao site do museu e tirei de lá estas imagens!

xatoo said...

Como é habitual tudo o que emana da cultura yankee vem subtilmente distorcido - como diz a E-ko (e muito bem) "decadentes eram os senhores que se seguiram" embora o golpe tenha sido dado com a fundação e a fuga de Berlim dos sociais democratas que fundaram a República na vila de Weimar, que na sequência do assassinato da Rosa Luxemburg e Karl Liebchnekt acabou de vez com o Socialismo na Alemanha.
Embora a expo do MET diga respeito apenas a "retratos" faltou dizer que o principal mentor do movimento "Nova Objectividade" foi o comunista George Grosz (que para além da critica mordaz de Otto Dix em torno das casas de putas do 1ªpós-guerra - é sempre assim, né?) tinha uma obra corrosiva também na critica dos Banqueiros e dos Padres (p/e em "os Pilares da Sociedade")
Grosz, que era judeu, no seu quadro mais famoso ("O Agitador") avisou com antecedência da chegada do nazismo, do qual fugiu depois para a América de onde regressaria, desiludido para Berlim onde veio a morrer em 1959.
o MET atribui-lhe a nacionalidade americana, mas não sei se ele se chegou a naturalizar.

José said...

olá! Só vim cá mesmo desejar um feliz ano do Javali!

http://www.postalescachondas.com/tarjetas/create.php?card_id=853

py

José said...
This comment has been removed by the author.
e-konoklasta said...

josé py,

Agora é que estou baralhada! Bom, já vi as e-cards no outro dia, muitos agradecimentos pelos votos de bom ano do javali, aí ainda chego! Mas, josé! Qual josé?

Esclareça-me, tá??? é que josé só ainda conhecia o da Grande Loja!