
Jean-François Ricard, até aos 30 anos, adoptou o pseudónimo de Revel, depois de ter vivido, durante a resistência, com o nome de guerra: Farrel.
Filósofo, escritor e jornalista, um espírito livre, amante de arte e de bom vinho, era um delicado gastrónomo.
"Não esqueçamos este pricípio elemenar que o totalitarismo não pode viver senão graças à mentira e a democracia sobreviver apenas graças à verdade."
site a consultar para mais pormenores:http://chezrevel.net/
imagem: fotografia com Matthieu Ricard, pensador e monge budista, seu filho, com quem escreveu o livro "le moine et le philosophe"


5 comments:
Enquanto nós temos liberais de pacotilha e desonestos intelectualmente, a França, que eles tanto gostam de ridicularizar, teve até sábado, Revel. Como teve Aron.
A dona Maloud conta mal as estórias. Até parece que nao lê. Cita a Tv 5, e fala de um modo obscuro de Pierre Assouline. Revel era de direita e próamericano até a medula dos ossos. Os livritos eram reader´sdigest para encarneirar as massas. Mas lia/ falava o inglês... Niet
Solar Niet
Eu sei que ele era de direita e pró-americano. Mas comparado com os nossos brilhantes "liberalóides" e pró-americanos, era um génio. Pelo menos tinha um raciocínio escorreito e não cheio das gongorices habituais da pátria. Quanto a ler e falar inglês, como sabe, isso para mim é inútil. Em inglês não o perceberia.
Dona Maloud: Vossa Excelência treslê. As palavras matam: . Excia chora Aron e Revel, os divulgadores de boulevard da direita francesa. Assuma os erros. Daí nao vem mal ao mundo...dos blogues. Niet
O-Espectro Niet
Eu não choro nada. Perdi há muitos anos a capacidade de chorar. Com certeza, foi nessa altura que fiquei a tresler. E para o mundo...dos blogues é indiferente que eu acerte, erre ou assuma. Não faço falta nenhuma a esse mundo, nem ele me faz falta. Começo mesmo a acreditar, que o dispenso, mas talvez esteja a tresler.
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