17.4.06

notícias do dia (de todos os dias)

A precarização continua. O transplante de rosto dum chinês.

© Le Monde.fr

6 comments:

maloud said...

Ao que sei os jornalistas que estagiam no Público não são pagos. Nem simbolicamente. O JMF acha que já é remuneração suficiente ter o privilégio de fazer o estágio no seu jornal.

e-konoklasta said...

Esse JMF, ao que pude, apurar, e compreender, é uma m.... viva! só espero que os portugueses acordem... pelos acordes do CPE! O público é um jornar que vou prescrever deste blog e do meu uso quotidiano.

maloud said...

O JMF está a transformar aquele que era o melhor jornal português, numa coisa intragável. Qualquer dia, passo-me para o DN, que já vou lendo na net. A pachorra tem limites.

maloud said...

Tenho uma curiosidade. Quando é que regressou à "piolheira"? E porquê?
Eu se me apanhasse lá fora acho que nunca mais cá punha o pé. Só, quando a minha mãe morresse, para tratar da herança.

e-konoklasta said...

Regressei "à piolheira" como diz, há uma meia duzia de anos e, não foi pela herança que me pudesse deixar a minha mãe, que ainda estava viva. Dum certo modo, vim, para que ela não vivesse só os seus últimos anos. Agora depois de a ter aturado, tenho que suportar a piolheira...

maloud said...

Eu só vou aturando a minha pela herança. Vivemos a 300m e quase só nos falamos telefonicamente. O meu irmão, que há 20 anos se raspou para Vila Real com o pretexto de tratar das quintas,{eu sou do Porto} gramou-a na Páscoa, e hoje telefonou-me afónico e exausto e acrescentou que ma entregava. Quem a vê é o que me atura, porque ela confia no seu conhecimento das manobras bancárias. A mim dão-me calafrios. Agora até ao Verão tenho programadas três visitas: dia da mãe, ida à sapataria e bye bye raspando-me para a Provença. Ela aniversaria em Agosto, nas termas, mas eu estou sempre out. Lá vai o mano aturá-la. Depois fica em estado catatónico.
Viu a notícia da ocupação de um jornal em França?

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