31.5.08
semi-frio de cerejas para as futuras gerações de desempregados
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31.5.08
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Libellés : aquecimento global, capitalismo agressivo, semi-frio de cerejas
a sociedade contra o estado e o capital


Sem bancos nem auto-estradas...e nem partidos políticos! Para saber mais aqui.
Faz-me lembrar um livro de etnologia que li há alguns anos "la société contre l'état" de Pierre Clastres, e dos alguns cursos seus a que assisti antes de ter tido conhecimento que tinha sido vítima dum estrano acidente de automóvel, um etnólogo que viveu durante muitos anos na Amazónia e no seio de tribos muito parecidas com esta.
"Não se trata simplesmente de afirmar que o chefe indígena não detém o poder, pois, para o autor, a sociedade indígena (ou "primitiva", como ele prefere chamar de modo algo antiquado e que hoje poderia soar como "antropologicamente incorrecto") não é estranha ao poder. O chefe não detém o poder porque é impedido pela própria sociedade, essa sim a detentora de um certo poder, que não consegue, no entanto, constituir-se como esfera política separada - ou seja, como Estado. O poder ali permanece difuso." Vindo daqui.
Só sei que EKO em tupi-guarani quer dizer vida e é só o que desejo, de longe, a estes representantes das nossas origens.
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31.5.08
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Libellés : Amazónia, eko, la société contre l'état
26.5.08
la palme d'or à cannes "entre les murs" de l'école
um prémio inesperado e unânime para esta palma de ouro
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Libellés : a escola, entre les murs, palme d'or Cannes
25.5.08
adiram e façam circular!
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25.5.08
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Libellés : boicote às petroleiras
para lutar contra a cegueira lusa queixem-se ao provedor de justiça!

O relatório anual da Provedoria de Justiça de 2007, enviado esta semana para a Assembleia da República, regista um aumento do número de queixosos de 22 por cento, relativamente ao ano anterior, totalizando 10.021 participações. Este acréscimo decorreu sobretudo de problemas relacionados com o emprego na administração pública, sobretudo no sector da educação.
Grande relevo voltaram também a ter as irregularidades com as cobranças de IRS. Na mesma área, o número de queixas referentes a execuções fiscais subiu para 538 em 2007 (absorvendo quase uma em cada dez reclamações). Mesmo após a polémica política, suscitada em Novembro, com a divulgação de um relatório muito crítico relativo aos serviços de Finanças, não foi no entanto ainda posta em prática nenhuma das recomendações feitas por Nascimento Rodrigues.
A área do consumo surgiu em quarto lugar, embora represente o maior volume de queixas. Sucede que grande parte delas se dirige a entidades privadas, que caem fora da alçada da Provedoria e por isso acabam por não ter provimento. Das apreciadas, sublinham-se as referentes aos transportes públicos e a problemas com os fornecimentos de electricidade, água e telefone, por esta ordem de importância, com a EDP a ser particularmente visada.
No que respeita à banca, a entidade sobre a qual recaíram mais queixas foi a CGD, sendo frequentes reclamações ligadas à cobrança de comissões.
De destacar ainda que o crescimento, comparativamente com 2006, mais espectacular sucedeu na área dos direitos fundamentais (173 por cento). Os três principais motivos de queixa foram o acesso ao direito e a documentos administrativos, bem como problemas com o exercício de profissão.
Na repartição das queixas por entidades visadas, manteve-se a prevalência da administração central como reclamada, tendo os municípios atingido os 814 processos.
A subida mais importante resultou contudo das queixas contra a Região Autónoma da Madeira (162 por cento), com particular insistência nas questões do urbanismo, da justiça e dos direitos, liberdades e garantias.
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25.5.08
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Libellés : isto ou vai ou racha, provedor de justiça
15.5.08
no seguimento das diferentes comemorações de maio...
a pé todas as promessas!

dá-se início a uma greve do consumo de produtos petrolíferos, hoje a partir das zero horas, contra a cartelização implícita ou explícita dos preços da gasolina e gasóleo... não comprem nas bombas da galp e enviem esta informação por e-mail a amigos e conhecidos... protestem de forma a que lhes doa!
Informação de última hora: as bombas dos hipermercados Intermarché estão a vender carburantes a menos 12 cêntimos... conhece-se a lógica da iniciativa, mas é de aproveitar para quem não pode prescindir do uso quotidiano destes produtos.
Os blogs que apoiam esta iniciativa são estes: aqui e aqui e aqui.
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15.5.08
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Libellés : boicote ao consumo de produtos petrolíferos, lixem os carteis
14.5.08
"en mai fait ce qu'il te plaît"... as paredes têm a palavra"
agora a blogosfera é uma imensa parede virtual...


a criatividade e imaginação que nos mostram alguns dos cartazes que circularam nas paredes e muros de Paris em Maio de 68... com os fabulosos slogans: "l'imagination au pouvoir!" ou "sous les pavés la plage!"
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14.5.08
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Libellés : as palavras das paredes, maio 68, web 2.0 uma imensa parede virtual
4.5.08
o resultado do gerador de arte digital criado por Milton Manetas
Façam capturas de ecrã depois de encherem o espaço branco como entenderem. Podem ver o original aqui, elo que está na margem direita há já algum tempo, que dirige para o site onde o gerador de pinturas digitais criado por Milton Manetas, onde se geram imagens muito parecidas com as telas da action painting de Jackson Pollock .
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4.5.08
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Libellés : action painting, arte digital, Jackson Pollock, Milton Manetas
29.4.08
a poesia a paranoia e o terrorismo
A poesia foi o crime de Melissa Patiño... acusada de terrorismo e encarcerada! Com 20 anos! Por escrever versos e lutar contra a injustiça de Estados paranoicos que se sentem cercados por esquerdistas e o Peru não é uma excepção.
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29.4.08
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Libellés : a liberdade é para se conquistar todos os dias, estados paranoicos, poesia, terrorismo
8.4.08
no direction home, like a rolling stone...
O júri do prestigiado prix Pulitzer, que recompensa tradicionalmente trabalhos de jornalistas, decidiu ontem dia sete, entregar uma menção especial ao cantor Bob Dylan. Foram também distinguidos Thelonious Monk e John Coltrane em 2006 e 2007, e que não tem sido o caso todos os anos. O ícone da música folk foi distinguido "pelo seu profundo impacto sobre a música popular e a cultura americana, através das suas composições líricas de extraordinário poder poético" como explicou o júri Pulitzer.
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8.4.08
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Libellés : Bob Dylan, extraordinário poder poético, like a rolling stone
4.4.08
corvos na escuridão

The Raven
Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping, rapping at my chamber door.
"'Tis some visitor," I muttered, "tapping at my chamber door —
Only this, and nothing more."
Ah, distinctly I remember it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow; — vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow — sorrow for the lost Lenore —
For the rare and radiant maiden whom the angels name Lenore —
Nameless here for evermore.
And the silken sad uncertain rustling of each purple curtain
Thrilled me — filled me with fantastic terrors never felt before;
So that now, to still the beating of my heart, I stood repeating,
"'Tis some visitor entreating entrance at my chamber door —
Some late visitor entreating entrance at my chamber door; —
This it is, and nothing more."
Presently my soul grew stronger; hesitating then no longer,
"Sir," said I, "or Madam, truly your forgiveness I implore;
But the fact is I was napping, and so gently you came rapping,
And so faintly you came tapping, tapping at my chamber door,
That I scarce was sure I heard you"— here I opened wide the door; —
Darkness there, and nothing more.
Deep into that darkness peering, long I stood there wondering, fearing,
Doubting, dreaming dreams no mortals ever dared to dream before;
But the silence was unbroken, and the stillness gave no token,
And the only word there spoken was the whispered word, "Lenore?"
This I whispered, and an echo murmured back the word, "Lenore!" —
Merely this, and nothing more.
Back into the chamber turning, all my soul within me burning,
Soon again I heard a tapping somewhat louder than before.
"Surely," said I, "surely that is something at my window lattice:
Let me see, then, what thereat is, and this mystery explore —
Let my heart be still a moment and this mystery explore; —
'Tis the wind and nothing more."
Open here I flung the shutter, when, with many a flirt and flutter,
In there stepped a stately raven of the saintly days of yore;
Not the least obeisance made he; not a minute stopped or stayed he;
But, with mien of lord or lady, perched above my chamber door —
Perched upon a bust of Pallas just above my chamber door —
Perched, and sat, and nothing more.
Then this ebony bird beguiling my sad fancy into smiling,
By the grave and stern decorum of the countenance it wore.
"Though thy crest be shorn and shaven, thou," I said, "art sure no craven,
Ghastly grim and ancient raven wandering from the Nightly shore —
Tell me what thy lordly name is on the Night's Plutonian shore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
Much I marveled this ungainly fowl to hear discourse so plainly,
Though its answer little meaning— little relevancy bore;
For we cannot help agreeing that no living human being
Ever yet was blest with seeing bird above his chamber door —
Bird or beast upon the sculptured bust above his chamber door,
With such name as "Nevermore."
But the raven, sitting lonely on the placid bust, spoke only
That one word, as if his soul in that one word he did outpour.
Nothing further then he uttered— not a feather then he fluttered —
Till I scarcely more than muttered, "other friends have flown before —
On the morrow he will leave me, as my hopes have flown before."
Then the bird said, "Nevermore."
Startled at the stillness broken by reply so aptly spoken,
"Doubtless," said I, "what it utters is its only stock and store,
Caught from some unhappy master whom unmerciful Disaster
Followed fast and followed faster till his songs one burden bore —
Till the dirges of his Hope that melancholy burden bore
Of 'Never — nevermore'."
But the Raven still beguiling all my sad soul into smiling,
Straight I wheeled a cushioned seat in front of bird, and bust and door;
Then upon the velvet sinking, I betook myself to linking
Fancy unto fancy, thinking what this ominous bird of yore —
What this grim, ungainly, ghastly, gaunt and ominous bird of yore
Meant in croaking "Nevermore."
This I sat engaged in guessing, but no syllable expressing
To the fowl whose fiery eyes now burned into my bosom's core;
This and more I sat divining, with my head at ease reclining
On the cushion's velvet lining that the lamplight gloated o'er,
But whose velvet violet lining with the lamplight gloating o'er,
She shall press, ah, nevermore!
Then methought the air grew denser, perfumed from an unseen censer
Swung by Seraphim whose footfalls tinkled on the tufted floor.
"Wretch," I cried, "thy God hath lent thee - by these angels he hath sent thee
Respite — respite and nepenthe, from thy memories of Lenore
Quaff, oh quaff this kind nepenthe and forget this lost Lenore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Prophet!" said I, "thing of evil! — prophet still, if bird or devil! —
Whether Tempter sent, or whether tempest tossed thee here ashore,
Desolate yet all undaunted, on this desert land enchanted —
On this home by horror haunted— tell me truly, I implore —
Is there - is there balm in Gilead? — tell me — tell me, I implore!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Prophet!" said I, "thing of evil - prophet still, if bird or devil!
By that Heaven that bends above us - by that God we both adore -
Tell this soul with sorrow laden if, within the distant Aidenn,
It shall clasp a sainted maiden whom the angels name Lenore -
Clasp a rare and radiant maiden whom the angels name Lenore."
Quoth the Raven, "Nevermore."
"Be that word our sign in parting, bird or fiend," I shrieked, upstarting —
"Get thee back into the tempest and the Night's Plutonian shore!
Leave no black plume as a token of that lie thy soul hath spoken!
Leave my loneliness unbroken!— quit the bust above my door!
Take thy beak from out my heart, and take thy form from off my door!"
Quoth the Raven, "Nevermore."
And the Raven, never flitting, still is sitting, still is sitting
On the pallid bust of Pallas just above my chamber door;
And his eyes have all the seeming of a demon's that is dreaming,
And the lamplight o'er him streaming throws his shadow on the floor;
And my soul from out that shadow that lies floating on the floor
Shall be lifted — nevermore! (Edgar Allan Poe)
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Libellés : Edgar Allan Poe, Lou Reed, o corvo, poesia, the raven
1.4.08
moral da imoralidade da desregulamentação dos mercados financeiros:
nacionalização das perdas privatização dos ganhos
Noutros lugares, a decisão teria sido considerada «populista». Mas foi realmente em Londres, feudo da City e pulmão financeiro da Europa, que o governo de Gordon Brown decidiu nacionalizar um grande banco em dificuldades, o Northern Rock. É certo que se trata apenas de uma «transferência temporária de propriedade para o sector público». Mas não deixa de ser na pátria de Margaret Thatcher que se regista a intervenção do Estado. A missão deste consiste em pagar as dívidas, depois de ter já garantido os depósitos em fundos públicos, num investimento de 55 mil milhões de libras (72 mil milhões de euros); e, seguidamente, em afastar os maus pagadores, os que se endividaram de forma irreflectida. Uma vez feita a limpeza, o banco deve regressar ao privado, de acordo com um velho princípio: nacionalização das perdas e privatização dos ganhos. A Alemanha correu a socorrer o IKB Deutsche Industriebank. Nos Estados Unidos, o Citigroup e o Merrill Lynch tiveram que recorrer a fundos soberanos asiáticos e do Médio Oriente. Estas tormentas financeiras não são inéditas. Previsíveis, inscrevem-se num movimento de desregulamentação iniciado nas últimas décadas." Continua aqui.
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Libellés : especulação financeira
Quer bater-se, Presidente Bush ?
Excerto dum claro e lúcido discurso de Barack Obama em 2 de outubro de 2002 alguns meses antes da invasão do Iraque: "Não sou contra todas as guerras. Sou contra as guerras estúpidas."
"Sei que uma guerra contra o Iraque mesmo com possibilidade de sucesso precisa duma ocupação americana por tempo indeterminado, com um custo indeterminado. Sei que uma invasão do Iraque sem motivos claros e sem um apoio internacional forte apenas fará acender labaredas no Próximo-Oriente, e encorajar no mundo árabe as piores pulsões, não as melhores, e reforçar o recrutamento para a Al-Qaïda."
"Quer bater-se, Presidente Bush ? Batamo-nos para que os nossos ditos aliados do Médio-Oriente, sauditas ou egípcios, deixem de oprimir o seu povo, de reprimir a oposição, de tolerar a corrupção e as desigualdades, de mal gerir as suas economias a ponto dos seus jovens crescerem sem educação, sem perspectivas de futuro, sem esperança, tornando-se recrutas fáceis para as células terroristas.
"Quer bater-se, Presidente Bush ? Batamo-nos para não depender do petróleo do Médio-Oriente graças a uma política energética que não se limite a servir os interesses d'Exxon Mobil."
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Libellés : guerra no Iraque, Obama, USA
23.3.08
revelation for piano
Michael Harrison, um protegido de La Monte Young e de Pandit Pran Nath, durante uma apresentação de "revelation" gravado fim 2007 em Nova Iorque.
Mais detalhes no site de Michael Harrison.
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Libellés : Michael Harrison, piano, revelation
21.3.08
desde a arrumação do caos à confusão da harmonia, todo o tempo é de poesia
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Libellés : António Gedeão, dia da poesia, poesia




