22.12.06

souvenirs... souvenirs.... e périplos europeus

kikar para a ver em movimento
uma festa de luzes todo o ano, com uma novidade de natal aqui


2.11.06

lembram-se daquela cantiga ó Rosa arredonda a saia ?
agora canta-se: ó banca arredonda a taxa...

klikar para a dança dos espíritos santos no Bolshoi
Não se esqueçam da letra:
Ó banca arredonda a taxa, ó banca arredonda-a bem
Ó banca arrendonda a taxa, olha a lata que ela tem!

30.10.06

tempo de música

klikar no e-konoklasta como se fosse um Pollock

29.10.06

já temos Lula virtualmente eleito por enquanto

klikar para encontro de há dois dias

Rauschenberg, um dos pais da pop art no Centro Pompidou em Paris

uma das obras expostas, nesta série de combinados, de 1954
Robert Rauschenberg, artista americano, nascido no Texas em 1925, tem obras dos anos 50 expostas no Centro Pompidou, em Paris, até 15 de janeiro de 2007. Esta exposição seguirá em seguida para Estocolmo, Nova Iorque e Los Angeles.
Expõe-se um conjunto de pinturas, esculturas, colagens e instalações. Rauschenberg é um precursor de todos os movimentos artísticos dp pós-guerra desde o expressionismo abstracto americano. No início dos anos 50, trabalhou uma série de monocromáticos, passando em seguida, a partir de 1953, à fase dos "combinados", actualmente expostos, que podem ser vistos aqui.

Um mito nas ruas de Paris

Não tenho qualquer fascínio particular pelo Che, já tinha encontrado, esta fotografia, há algum tempo, sei que é de um grande fotógrafo mas, o que mais me surpreendeu, foi ver esta personagem mítica, fotografada à porta da Câmara de Paris e que se sente estar um pouco deslocada.

outros tempos, outras insolências...
la poésie et les anarchistes...

klikar para ouvir o Férré

Brassens morreu de morte lenta há 25 anos

klikar para não morrer estúpido
Mourir pour des idées

Mourir pour des idées, l'idée est excellente
Moi j'ai failli mourir de ne l'avoir pas eu
Car tous ceux qui l'avaient, multitude accablante
En hurlant à la mort me sont tombés dessus
Ils ont su me convaincre et ma muse insolente
Abjurant ses erreurs, se rallie à leur foi
Avec un soupçon de réserve toutefois
Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente,
D'accord, mais de mort lente

Jugeant qu'il n'y a pas péril en la demeure
Allons vers l'autre monde en flânant en chemin
Car, à forcer l'allure, il arrive qu'on meure
Pour des idées n'ayant plus cours le lendemain
Or, s'il est une chose amère, désolante
En rendant l'âme à Dieu c'est bien de constater
Qu'on a fait fausse route, qu'on s'est trompé d'idée
Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente
D'accord, mais de mort lente

Les saint jean bouche d'or qui prêchent le martyre
Le plus souvent, d'ailleurs, s'attardent ici-bas
Mourir pour des idées, c'est le cas de le dire
C'est leur raison de vivre, ils ne s'en privent pas
Dans presque tous les camps on en voit qui supplantent
Bientôt Mathusalem dans la longévité
J'en conclus qu'ils doivent se dire, en aparté
"Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente
D'accord, mais de mort lente

"Des idées réclamant le fameux sacrifice
Les sectes de tout poil en offrent des séquelles
Et la question se pose aux victimes novices
Mourir pour des idées, c'est bien beau mais lesquelles ?
Et comme toutes sont entre elles ressemblantes
Quand il les voit venir, avec leur gros drapeau
Le sage, en hésitant, tourne autour du tombeau
Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente
D'accord, mais de mort lente

Encor s'il suffisait de quelques hécatombes
Pour qu'enfin tout changeât, qu'enfin tout s'arrangeât
Depuis tant de "grands soirs" que tant de têtes tombent
Au paradis sur terre on y serait déjà
Mais l'âge d'or sans cesse est remis aux calendes
Les dieux ont toujours soif, n'en ont jamais assez
Et c'est la mort, la mort toujours recommencée
Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente
D'accord, mais de mort lente

O vous, les boutefeux, ô vous les bons apôtres
Mourez donc les premiers, nous vous cédons le pas
Mais de grâce, morbleu! laissez vivre les autres!
La vie est à peu près leur seul luxe ici bas
Car, enfin, la Camarde est assez vigilante
Elle n'a pas besoin qu'on lui tienne la faux
Plus de danse macabre autour des échafauds!
Mourrons pour des idées, d'accord, mais de mort lente
D'accord, mais de mort lente

Letra e música de Georges Brassens

27.10.06

a cinemateca e-konoklasta

klikar no avião do Sacadura Cabral

O ESTADO DA ARTE OU A ARTE DO ESTADO


Isto de desgovernar é uma arte, não tenham dúvidas. Desde a capacidade de apreciar a arte musical dos resultados de sondagens, à arte das retóricas eleitorais, passando pela arte tauromáquica de verónicas, pegas de caras e rabejamentos, dentro dos partidos, face às oposições e ingratidão dos desgovernados, de fraca memória, pelos sempre acusados de desgovernos.

Pois cá temos as sondagens a cantar-nos a mesma canção de sempre, para todos os desgovernos, "o fim do estado de graça do desgoverno". Já temos a obrigação de saber letra e música de cor e salteado, e, nem deveria ser necessário que uma diva qualquer subisse ao palco mediático, com frequência, para não a esquecermos.
Assim é, com todos os artistas que se candidatam a desgovernantes de todos os países das maravilhas, e, de cada vez que um desgoverno sai, em pouco tempo, esquecemos as arte&manhas com que se governaram e nos desgovernaram, claro, é a nossa lendária memória curta, e lá nos deixamos ir nas cantilenas dos anões de Fafe e dos Santanas Flopes, mais uma série de outros que estão nas bichas para entrar na roda, mesmo se se queixam que são mal pagos para nos desgovernarem, seja à direita como à esquerda.

O Paulinho das feiras ou das fardas, mais própriamente, que já deixou passar o "nojo" que ele julgou necessário para voltar às artes de cena mediático-política, pensa e pensa bem, que já nos esquecemos do seu desempenho no desgoverno do cherne, que foi nadar para outras águas, e que acabou no flop do
Santana da encubadora de abortos. Mas há, ainda, quem se lembre que este artista em desgovernos soube bem governar-se, com arte, e que até há uma investigação em curso para apurar quanto é que este anjinho papudo meteu ao papo, à conta das suas compras de material militar, incluindo fardas, certamente, submarinos e outros caça-borboletas. Por certo, certo, lá teve a medalha máxima do Pentagnomos, entregue pelo ilustre Rumiraque, o resto, que também devíamos saber, ainda vai acabar como as sondagens da Moderna, se um dos americanos, metido neste guisado, acabar por desistir de pôr a boca no trombone.

Tudo isto passou, com alguma visibilidade, nas colunas dos quotidianos, parece que já ninguém se lembra, mas, há poucos dias passei por
aqui, por acaso, confesso, e quem escreveu, o que lá está, relembra tudo, tintim por tintim... E, então, já tinham esquecido ou não, e o que pensam do estado destas artes ou destas artes do estado?

26.10.06

tirem-nos as vendas

Temos uma "Justiça" lenta (se é que temos Justiça...) atrasada, em certos casos, quase medieval, dominada, totalmente, pelo poder de juízes e magistrados. As leis continuam a ser promulgadas e actualizadas, mas não é isso que torna a Justiça mais ágil e menos distante dos verdadeiros problemas dos cidadãos, dominada por uma corporação que se serve do Estado e que não serve o Estado, que somos todos nós, e, podem crer que os pagamos bem e que lhes damos óptimas regalias, comparando com as que tem o cidadão médio, para não falar nos outros.
Depois do discutível julgamento da ponte de Entre os Rios, somos confrontados com o caso da libertação de Pedro Inverno, acusado e condenado a 14 anos por crime de pedofilia. Só os atrazos e os atabalhoamentos da nossa "Justiça" puderam permitir tais situações. Ao que parece, no caso de Pedro Inverno, seria uma prisão preventiva com duração superior ao que está legalmente previsto, que está na origem de tal libertação, então não recorreram (o arguido e advogados) à habeas corpus porquê ? Quaquer pessoa pode fazê-lo, sem ter de recorrer a um advogado, se considera estar ilegalmente preso. Enfim, como vai acabar este imbróglio ? Quem é responsával ?
Há dois dias, em França, o juíz Burgaud, foi ouvido pelo Conseil Superior de la Magistrature, pela sua responsabilidade no incrível e lamentável falhanço judiciário no caso Outreau (inúmeros inocentes incriminados que cumpriram alguns anos de pena por pedofilia, o que aqui não ata nem desata, lá foi rápido, radical e com consequências desastrosas, mesmo se o caso é muito diferente dos que nos preocupam por cá). As sanções podem ir até à reforma compulsiva.
No seguimento deste caso, o governo de Villepin, decidiu avançar para uma reforma da justiça, que compreende, também, a responsabilidade de juízes e magistrados.
Podem ver, o jovem juíz Burgaud, sendo interrogado, neste VIDEO do "le monde".

25.10.06

o que vai no meio leva 24 anos de prisão para cumprir

O senhor do meio, de fatinho e gravata, com uns colarinhos muito branquinhos, é Jeffrey Skilling e vai para casa com uma pulseira electrónica aguardar a sua entrada na prisão para cumprir 24 anos de pena. Vá lá, vá lá, se fosse aqui o caso prescrevia ou a embrulhada era tal que o homem, não só não teria sido condenado, e ainda era promovido a grande português de todos os tempos...
Lembram-se do caso Enron, aquela empresa americana que provocou um enorme escândalo nos US, contas muito duvidosas, a ruina de muitos reformados que tinham investido, na empresa, em planos de reformas, aquelas coisas que nos cantam agumas sereias, por aí, de vez em quando...
Soube-se, na altura, ainda, que os senhores, que fizeram estes cambalachos, estavam muito próximos de Bush, que deram muito dinheiro (2 milhões de dólares) para a campanha presidencial e que receberam em troca muitos "favores" também conhecidos por tráfico de influências... O Bush já deve ter lavado as suas mãos, depois disto!
Já repararam que, desta vez, não são os negros que vão presos ?

24.10.06

Fotografias da revolução húngara de 1956
do fotógrafo da guerra fria Erich Lessing

klikar para ver a apresentação das fotografias feita pelo "le monde"

Bela Bartok compositor húngaro
le compositeur hongrois

klikar para as danças romenas

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