22.12.06
souvenirs... souvenirs.... e périplos europeus
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22.12.06
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2.11.06
lembram-se daquela cantiga ó Rosa arredonda a saia ?
agora canta-se: ó banca arredonda a taxa...
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30.10.06
29.10.06
já temos Lula virtualmente eleito por enquanto
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Rauschenberg, um dos pais da pop art no Centro Pompidou em Paris
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29.10.06
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Um mito nas ruas de Paris
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outros tempos, outras insolências...
la poésie et les anarchistes...
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29.10.06
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Brassens morreu de morte lenta há 25 anos
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29.10.06
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27.10.06
a cinemateca e-konoklasta
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27.10.06
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O ESTADO DA ARTE OU A ARTE DO ESTADO

Isto de desgovernar é uma arte, não tenham dúvidas. Desde a capacidade de apreciar a arte musical dos resultados de sondagens, à arte das retóricas eleitorais, passando pela arte tauromáquica de verónicas, pegas de caras e rabejamentos, dentro dos partidos, face às oposições e ingratidão dos desgovernados, de fraca memória, pelos sempre acusados de desgovernos.
Pois cá temos as sondagens a cantar-nos a mesma canção de sempre, para todos os desgovernos, "o fim do estado de graça do desgoverno". Já temos a obrigação de saber letra e música de cor e salteado, e, nem deveria ser necessário que uma diva qualquer subisse ao palco mediático, com frequência, para não a esquecermos.
O Paulinho das feiras ou das fardas, mais própriamente, que já deixou passar o "nojo" que ele julgou necessário para voltar às artes de cena mediático-política, pensa e pensa bem, que já nos esquecemos do seu desempenho no desgoverno do cherne, que foi nadar para outras águas, e que acabou no flop do Santana da encubadora de abortos. Mas há, ainda, quem se lembre que este artista em desgovernos soube bem governar-se, com arte, e que até há uma investigação em curso para apurar quanto é que este anjinho papudo meteu ao papo, à conta das suas compras de material militar, incluindo fardas, certamente, submarinos e outros caça-borboletas. Por certo, certo, lá teve a medalha máxima do Pentagnomos, entregue pelo ilustre Rumiraque, o resto, que também devíamos saber, ainda vai acabar como as sondagens da Moderna, se um dos americanos, metido neste guisado, acabar por desistir de pôr a boca no trombone.
Tudo isto passou, com alguma visibilidade, nas colunas dos quotidianos, parece que já ninguém se lembra, mas, há poucos dias passei por aqui, por acaso, confesso, e quem escreveu, o que lá está, relembra tudo, tintim por tintim... E, então, já tinham esquecido ou não, e o que pensam do estado destas artes ou destas artes do estado?
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27.10.06
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26.10.06
tirem-nos as vendas
Temos uma "Justiça" lenta (se é que temos Justiça...) atrasada, em certos casos, quase medieval, dominada, totalmente, pelo poder de juízes e magistrados. As leis continuam a ser promulgadas e actualizadas, mas não é isso que torna a Justiça mais ágil e menos distante dos verdadeiros problemas dos cidadãos, dominada por uma corporação que se serve do Estado e que não serve o Estado, que somos todos nós, e, podem crer que os pagamos bem e que lhes damos óptimas regalias, comparando com as que tem o cidadão médio, para não falar nos outros.
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26.10.06
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25.10.06
o que vai no meio leva 24 anos de prisão para cumprir
O senhor do meio, de fatinho e gravata, com uns colarinhos muito branquinhos, é Jeffrey Skilling e vai para casa com uma pulseira electrónica aguardar a sua entrada na prisão para cumprir 24 anos de pena. Vá lá, vá lá, se fosse aqui o caso prescrevia ou a embrulhada era tal que o homem, não só não teria sido condenado, e ainda era promovido a grande português de todos os tempos...
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25.10.06
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24.10.06
Bela Bartok compositor húngaro
le compositeur hongrois
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24.10.06
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