7.5.06

o vídeo onde o bobo é que riu...
là, c'est le bouffon qui rit...

Este vídeo gravado durante o jantar dos correspondentes dos média na Casa Branca, é a intervenção do humorista convidado, que deixou Bush e os seus convidados com a cara à banda, reparem bem nas expressões das pessoas que estão na sala, sente-se o mal-estar de toda aquela gente. Vi-o primeiro, há cerca de uma semana, no "oeste bravio" do Filipe. Depois, alguns de nós pudémos vê-lo no "eixo do mal" e veio para aqui, para muitos outros o possam ver:
Aqui está a tradução, que chegou à caixa de correio pelo hefastion e onde podem ler a totalidade da polémica intervenção:
Muito obrigado, senhoras e senhores. Antes de começar, foi-me pedido para dar um recado. Quem estacionou 14 jipes pretos à prova de bala em frente do edifício, pode ir lá tirá-los? Porque eles estão a impedir a passagem a outros 14 jipes pretos à prova de bala e eles precisam de sair.Mas que honra! O jantar dos correspondentes da Casa Branca. Estar aqui sentado, à mesma mesa que o meu herói, George W. Bush, estar tão próximo deste homem. Parece que estou a sonhar. Alguém que me dê um beliscão.
Aqui está o blog do Filipe Oeste Bravio:

nas ondas dos blogues


Há já algumas semanas, que me interrogo sobre se não deveria fazer, de vez em quando, uns postes sobre música, actual ou menos recente. Isto porque, já perceberam, gosto de música, conheço algumas coisas, lá vou encontrando coisas novas interessantes, poucas, "hélas", mas sempre vai aparecendo um CD ou outro de que gosto.
Foi o Filipe do "Oeste Bravio", que com o seu comentário sobre os vídeos, que aqui passei, dos Velvet Underground (o Lou Read era o vocalista, naquela altura) e os Apocalíptica que se tornaram conhecidos, por terem adaptado algumas faixas dos Metálica aos seus violencelos, para gravarem um disco, que teve muito sucesso; agora podem permitir-se tocar as suas próprias composições e foi uma delas que por aqui andou. Também o hefastion me pareceu gostar das charangas que aqui ponho e a maloud agradece os novos sons.
Claro que estou mais à vontade com as artes visuais, mas sem ser especialista, prometo tentar não dizer muitos disparates sobre estes assuntos e limitar-me à minha intuição. Depois, podem caír-me em cima, serão as minhas escolhas, resta-vos as caixas de correio, onde, até nos irão sugerir, o que me esteja escapando.
Hoje, vou limitar-me a transmitir-vos uma notícia quase surpreendente:
Los Angeles
Bob Dylan, símbolo da canção "engagée" dos anos 60, recebeu torrentes de cumprimentos por parte dos críticos, depois da sua prieira emissão de rádio como animador.
O autor dos imortais "Mr Tambourin Man" e "like a rolling stone", com 64 anos, assinou contracto com uma rede de rádio por satélite, para uma emissão semanal.
Na sua prieira emissão, Dylan foi ecléctico, passando canções de Judy Garland, Sinatra, Muddy Waters ou Jimi Hendrix, que já aqui passou em vídeo.
Com a presença de Dylan nas ondas, XM vai tentar ficar com o avanço que tem sobre o seu concorrente Sirius.

6.5.06

albatroz na costa dos murmúrios




O prémio literário "Albatros" para a escritora portuguesa Lídia Jorge
Bremenn (Allemanha), 5 de Maio 2006 (AFP) -17h44 - A Fundação alemã Gunter Grass anunciou sexta-feira ter atribuido o seu novo prémio literário internacional "Albatros" à escritora portuguesa Lídia Jorge e à sua tradutora Karin von Schwedter-Schreiner.
"A obrade Lída Jorge é para mim incrívelmente apaixonante, muito surpreendente e variada", adeclarou Donate Fink, directora da Fundação Günter Grass, Prémio Nobel de literatura 1999.
Lídia Jorge declarou que as personagens dos seus romances tinham origem no seu país natal com so seus "raios de sol ofoscantes e no silêncio inquietante".
Nasceu em 1946, em Portugal, Lídia Jorge é uma das escritoras mais representativas de uma literatura feminina que se desenvolveu durante os anos 80.
O prémio "Albatros" será atribuido de dois em dois anos. Tem a particularidade de recompensar o autor de um livro e o seu tradutor alemão, segundo a Fundação.
Le prix littéraire "Albatros" décerné à l'écrivain portugais Lidia Jorge
BRÊME (Allemagne), 5 mai 2006 (AFP) 17h44 - La Fondation allemande Günter Grass a annoncé vendredi avoir décerné son nouveau prix littéraire international "Albatros" à l'écrivain portugais Lidia Jorge et à sa traductrice Karin von Schwedter-Schreiner.
"L'oeuvre de Lidia Jorge est pour moi incroyablement passionnante et fascinante, très surprenante et variée", a déclaré Donate Fink, directrice de la Fondation Günter Grass, Prix nobel de littérature en 1999.
Lidia Jorge a déclaré que les personnages de ses romans trouvaient leurs origines dans son pays natal aux "rayons de soleil éblouissants et au silence inquiétant".
Née en 1946 au Portugal, Lidia Jorge est l'un des écrivains les plus représentatifs d'une littérature féminine qui s'est développée au Portugal dans les années 1980.
Le prix "Albatros" sera décerné tous les deux ans. Il a la particularité de récompenser à la fois l'auteur d'un livre et son traducteur allemand, selon la Fondation
.

4.5.06

des amis bein placés
amigos bem colocados


Envio traduções resumidas a todos os anglófonos, é só pedir por e-mail. Não faço como todos esses bloggers, que enchem os seus blogues de textos em inglês, mas que poucos percebem.
e-konoklasta

John Kenneth Galbraith (un hommage à l'homme, avant l'économiste )
ce texte de Pierre Monette, je l'ai trouvé sur un site canadien. Québéquois de surcroi, puisque en français.

Des amis bien placés - édité au Canada en 2000
Texte de Pierre Monette (2000)
John Kenneth Galbraith est l'un des plus célèbres économistes de la deuxième moitié du 20e siècle. Canadien d'origine, c'est cependant aux États-Unis qu'il a fait sa marque dans l'histoire de notre époque. Plus libéral que la plupart de ses confrères (plus «services sociaux» que mondialisation, en d'autres mots), il a été le collaborateur et le conseiller de tous les présidents démocrates qui ont occupé la Maison-Blanche depuis la Crise de 1929. Ce sont d'ailleurs principalement eux, les amis bien placés auxquels fait allusion le titre de ces pages de mémoires. John Kenneth Galbraith est l'un des plus célèbres économistes de la deuxième moitié du 20e siècle. Canadien d'origine, c'est cependant aux États-Unis qu'il a fait sa marque dans l'histoire de notre époque. Plus libéral que la plupart de ses confrères (plus «services sociaux» que mondialisation, en d'autres mots), il a été le collaborateur et le conseiller de tous les présidents démocrates qui ont occupé la Maison-Blanche depuis la Crise de 1929.
Ce sont d'ailleurs principalement eux, les Amis bien placés auxquels fait allusion le titre de ces pages de mémoires. Contrairement à ce qui est l'usage dans ce genre de livres de souvenirs, Galbraith n'y parle pratiquement pas de lui-même. Il y trace plutôt les portraits des grands hommes d'influence qu'il a côtoyés tout au long de sa singulière carrière.
Sans jamais tomber dans le potinage (mais sans pour autant passer sous silence les détails croustillants: les frasques sexuelles de Clinton ne sont pas les premières à avoir eu la Maison-Blanche pour décor...), Galbraith raconte les relations passablement familières qu'il a pu entretenir avec les présidents Roosevelt, Truman, Kennedy et Johnson, ainsi qu'avec ces grandes «premières dames» qu'ont été Eleanor Roosevelt et Jackie Kennedy.
Des amis bien placés est un livre qui fourmille d'anecdotes permettant de découvrir le visage humain de ces personnages. À titre d'exemple, cette histoire sur Lyndon B. Johnson. Un soir, Galbraith avait demandé à sa femme de ménage «d'intercepter tous les appels téléphoniques,
[afin de pouvoir se] reposer. Quelques minutes plus tard, le téléphone sonne. Fidèle à son habitude, L. B. J. était en personne à l'autre bout du fil.
"C'est Lyndon Johnson. Passez-moi Ken Galbraith. Je veux lui parler."
"Il se repose, monsieur le président."
"Eh bien, allez le chercher. Il faut que je lui parle."
"Désolé, mais je ne peux pas. Je travaille pour lui, pas pour vous, monsieur le président."
Lorsque, à mon réveil, j'ai été informé de ce qui s'était passé, je n'étais pas très content. J'ai rapidement répondu à l'appel afin de m'excuser. L. B. J. m'offre alors du meilleur Johnson: "Qui est cette femme qui travaille pour toi? Il me la faut ici, à la Maison-Blanche."»
Si Des amis bien placés est un bouquin bourré de grands personnages, on y croise aussi des êtres bien petits. Comme Richard Nixon qui, un jour, s'est mis à s'identifier lui-même sous les seules initiales R. N. Cela, selon Galbraith, dans l'espoir qu'elles deviennent éventuellement aussi célèbres que celles de ses plus prestigieux prédécesseurs: Franklin D. Roosevelt, John F. Kennedy et Lyndon B. Johnson, que les journaux appelaient F. D. R., J. F. K. et L. B. J.!
Traduit par Serge Paquin, Des amis bien placés est un ouvrage qui séduira ceux et celles qui s'intéressent à ce qui se passe dans les coulisses du pouvoir.
Éd. du Boréal, 2000, 246 p.
http://www.voir.ca/livres/livres.aspx?iIDArticle=7896

as mulheres que lêm são perigosas
les femmes qui lisent sont dangereuses


São perigosass as mulheres que lêm?
resumo do artigo de Marie Desplechin
Este livro, agora editado em França, ricamente ilustrado, põe o problema da questão polémica sobre a mulher que lê, e, a mulher sempre leu, isso é uma verdade confirmada por todas as representações, pintura ou fotografia que os homens, maioritariamente, praticaram.
Escrito pelo historiador de arte alemão Stefan Bollmann e editado pelas edições Flamarion, com prefácio da jornalista, escritora, filósofa Laure Adler que, entre autros livros, escreveu a biografia de Marguerite Duras.Um livro magnífico, mas incompleto.

Les femmes qui lisent sont-elles dangereuses?
par Marie Desplechin
C'est la question polémique posée par un livre richement illustré, best-seller à l'étranger
et qui arrive en France. Marie Desplechin l'a lu pour nous
Sous ses apparences de beau livre, Les femmes qui lisent sont dangereuses n'a rien du catalogue bien emballé, du pavé jamais ouvert qui orne les tables basses. Il agit comme une affirmation, comme une preuve, et comme une restauration. Il suffit de le feuilleter pour entrer dans son propos: depuis que la peinture existe en Occident (et que la photographie la complète), les femmes sont représentées un livre à la main, de Marie (la Vierge) à Marilyn (l'Etoile). Les femmes lisent, les femmes ont toujours lu: voilà une vérité qui ne souffre pas d'interprétation. C'est vrai, parce que c'est représenté, et par des hommes, dans l'immense majorité des cas./
texto completo
depois do baile, de Ramon Casas Y Carbo (1895)

as estórias do espelho glauco
les "istoires" du miroir glauque


O filme "lisboetas" já saíu e já foi, pouco, projectado:

Lisboetas é um documentário político sobre a vaga de imigração que nos últimos anos mudou Portugal.
Lisboetas é o retrato de um momento único em que o país e a cidade entraram num processo de transformação irreversível.
Lisboetas é um filme que rejeita o habitual tratamento jornalístico e aborda a experiência humana dos imigrantes da grande Lisboa de um ponto de vista cinematográfico.
Lisboetas é uma janela secreta sobre novas realidades: modos de vida, mercado de trabalho, direitos, cultos religiosos, identidades. É uma viagem a uma cidade desconhecida, a lugares onde nunca fomos e que estão aqui.
Lisboetas é um retrato por dentro. A palavra é dada aos recém chegados. Talvez por isso, como escreveu a crítica do “Público” Kathleen Gomes, “os estrangeiros aqui somos nós”.
Lisboetas não é um filme dogmático, mas é um filme incómodo e que deixa muitas questões em aberto - por que é difícil avaliar o quanto tudo mudou e ainda pode mudar
Realisador: Sérgio Tréfaut .
Sérgio Tréfaut nasceu em 1965 no Brasil, filho de pai português e de mãe francesa. Após o mestrado de filosofia na Sorbonne e uma experiência de dois anos como jornalista, passou a dedicar-se exclusivamente à produção e à realização de filmes. Os seus principais trabalhos como realizador são:
Lisboetas, 2004-200560’ (televisão) / 100’ (cinema)Prémio Melhor Filme Português – IndieLisboa 2004
Business Class, (longa metragem de ficção em rodagem)co-produção: Portugal (ICAM-RTP), França, Espanha
Novos Lisboetas, 30’, 2003 (instalação documental)Exibição no Parc de La Villette (Paris) entre Out de 2003 e Jan de 2004
Fleurette, 82’, 2002Grand Prix – Les Écrans Documentaires 2003Melhor Montagem – doclisboa 2002Joris Ivens Competition IDFA – AmsterdamQuinzena de Realizadores do MOMA – New YorkTop of the Docs - EstocolmoOutros festivais : It’s all true (Brasil), Infinity Festival (Italia), Silverdocs (EUA) ;Rencontres du Documentaire de Montréal (Canada), etc. Distribuição comercial em 7 países (Alemanha, Holanda, Áustria, Reino Unido, Espanha, Eslováquia, França) e 180 salas de cinema
Outro País, 70’, 1999Prémio Melhor Documentário Português, 1999Golden Gate Award - San Francisco Film Festival Certificate of Merit Difusão TV : : Portugal, Brasil, Espanha, Grécia, Cabo Verde, Angola No programa das universidades de Harvard, Brown, Yale, George Washington; Universidade Nova, ICS, ISCTE.
Crítica (excertos) de K.Gomes no Público:
"...Toda a gente que anda de metro ouve falar russo todos os dias", resume Serge Tréfaut (n. 1965). No ecrã do seu Macintosh multiplicam-se as versões de um mesmo projecto, sobre os novos imigrantes em Portugal. Uma delas é "Lisboetas". É um documentário de 60 minutos centrado nos imigrantes do Leste europeu, um dos vértices de um ambicioso fresco sobre as diversas comunidades de estrangeiros em Lisboa cinema.O cinema tem tentado perscrutar essas novas presenças – já houve, por exemplo, "Entre Muros" (2002), documentário de João Ribeiro e José Filipe Costa sobre um grupo de imigrantes ucranianos em Portugal, entre a claustrofobia do seu exílio e o regresso a casa. A imigração, nota Tréfaut, "é dos temas mais tratados, a nível europeu, no documentário". Porquê? Resposta metafórica: "Se as pessoas passaram a vida a filmar na Patagónia e a Patagónia agora está aqui..."Eles estão aqui."As pessoas que deixam o seu pais para vir para Portugal não imaginam o que as espera", diz-se, em russo, em "Lisboetas". Um largo sorriso exibe uma dentadura de ouro, os olhos são de quem se sente perdido. No balcão de atendimento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, os rostos vão-se sucedendo, mas o olhar é sempre o mesmo quando, do lado de cá, o questionário e a burocracia apertam. A fila, lá fora, vai adensando, com os que esperam entrar. Num mercado de trabalho clandestino, também há os que esperam que um português endinheirado acoste, com uma oportunidade de ganhar a vida, e o desalento no bolso. "A questão da imigração do Leste em Portugal é muito especial. Porque são pessoas muito qualificadas, engenheiros, médicos, etc., que estão a trabalhar nas obras, para empreiteiros que são analfabetos", diz Tréfaut. "O que é mais triste, para mim, é que o que há de bom na imigração não vai ser aproveitado, Portugal não se organizou de forma a preservar ao máximo o saber das pessoas que chegaram."
Distribuição: ATALANTA FILMES

3.5.06

a América somos nós
l'Amérique c'est nous

500 000 de latinos manifestaram, neste 1º de Maio, no centro de Los Angeles, contra a política de imigração de Bush.

rescaldo do 1º de maio em Berlim

a marcha para a paz acabou em batalha de rua num 1º de maio agitado em Berlim.
Moral da história: "faites l'amour pas la guerre"

hoje, ao entrar no blogger, descobri este blog
aujourd'hui, en entrant dans blogger, j'ai découvert ce blog


Este é o último post do seguinte blog:
http://russian-war-crimes-in-chechnya.blogspot.com/

Sunday, February 13, 2005

российские военные преступления в Чечне
Bismillahir Rahmanır Rahim.Quran 8:18. Spoils of War (Surah Al Anfal) "That, and also because Allah is He Who makes feeble the plans and stratagem of the Unbelievers." First i want to thank everybody who gave me this opportunity to publish the facts about continuing crimes carried out by russian soldiers and russian intelligence against the humanity in Chechnya. If you want to read this site in Turkish, which is my language, please visit this link: Bu sayfayı Türkçe okumak için lütfen aşağıdaki linke tıklayın :
http://cecenistanda-rus-teroru.blogspot.com/

2.5.06

de l'île Seguin à Venize
da ilha Seguin a Veneza

Depois de todas as nossas, pequeninas, polémicas, por causa da ida da colecção Berardo para o CCB; quem paga quem não paga e o que paga, para pagarmos as megas os Megas e as megalomanias.
Este fim de semana, depois também de grandes polémicas, abriu ao público, a colecção de arte do empresário francês François Pinault, que esteva em negociações para ir para a ilha Seguin, local das antigas fábricas Renault, instalada no Pallazio Grassio em Veneza, comprado por Pinault, para a sua fundação e exposição das obras de arte que colecciona.
As imagens que se seguem, são exemplos das obras que agora podem ser visitadas na cidade de Canaletto. O que é curioso é este fascínio dos colecionadores por ditadores e instrumentos de "ditadura"...

Rudolf S 2001

infinito de Damian Hurst 2001

Mao de Andy Warol 1972

porco mecânico de Paul McCarthy de 2005

him de Maurizio Casttelan 2001

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