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9.3.12

máquinas de democratização da economia


Os senhores do Tesouro têm servido sobretudo para pôr a máquina contributiva a funcionar, enquanto nos bastidores o "business as usual" continua; o primeiro-ministro prefere uma guerra com os cidadãos a uma guerra com os lóbis, talvez por desconhecer, ele próprio, o valor legitimador que a cidadania lhe confere, a si, e ao seu Governo.

Já agora, fiquem a saber que Bruxelas não está de acordo com tudo, quanto às condições de venda do BPN... para alguma coisa há-de servir a tal Comissão Europeia!...

actualização:

Encontrei um post interessante sobre a venda da EDP aos chineses: "Ora importa esclarecer que a venda dos 21.35% da EDP pelo preço obtido foi um verdadeiro saldo, um desastre que entregou o controlo da nossa segunda maior empresa nacional por tuta e meia!
Foi, e isso é meritório, vendida pela melhor oferta. Foi até vendida com um "prémio" de 50% sobre o valor de mercado. O que falta explicar, porém, é se esse valor de mercado (numa bolsa deprimida), reflecte o verdadeiro valor estratégico da empresa, ou se não reflecte antes o buraco a que a gestão do Dr. Mexia e a política governamental que ele apoiou conduziram a "nossa energia"!!!
Ora, meus amigos, 2.69 biliões de €, o valor da nachinalização da EDP, não chegam sequer para financiar a construção de uma só central a carvão como a de Sines, um dos muitos activos que a EDP possui!
o investimento da EDP em novas hidroeléctricas do PNBEPH e "reforços de potência" supera largamente o valor pago pelo controlo da EDP!...
E, se somarmos todos os activos da EDP, centrais de produção e redes, mais os capitais próprios da empresa, chegamos a 50 biliões de €, o quádruplo dos 12,6 biliões de que os 2,69 biliões pagos pela Three Gorges são 21.35%!
Porquê então este irrisório preço de saldo?
Porque o Dr. Mexia, à imagem do que o primeiro Primeiro-Ministro que o nomeou em 2006 para o lugar que detém fez com o país, endividou a EDP em 16,5 biliões de €, para realizar investimentos ruinosos no estrangeiro, em eólicas subvencionadas pelos poderes políticos de países estrangeiros, investimentos que estão em muito maus lençóis! Mas, mesmo descontando os passivos da EDP, o seu património ainda vale duas vezes e meia o valor de "mercado" definido pela venda do seu controlo! Como pode o actual CEO da EDP gabar-se do mérito deste negócio?"

9.6.09

Dias incertos para um conselheiro de estado...

Este não devia nem temia... mas já está indigente!... já não tem nada pra dar prá caixa dos prejuízos do BPN... estamos muito agradecidos à presidência da respública e conselho de estado! e os portugueses acabaram agradecendo q.b. (ver aqui e no público dizem que ele já nem tem nas contas bancárias com que meter gasosa no porsche) não querem, por acaso, fazer um peditório, depois de terem votado tão generosamente no partido dele?

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